A função paterna e as estruturas psíquicas
metáfora do Nome-do Pai, função dos amores edipianos e cinco grupos de textos fundamentais

a Lei da castração apresenta-se para todo sujeito como condição de estrutura.
A função paterna
É em função dos amores edipianos que se constitui a entrada em cena de uma estrutura psíquica, ou, como assinalava Freud, a “escolha” da sua própria neurose. Esses amores edipianos são o desenvolvimento da relação que o sujeito trava com a função fálica, ou seja, com a função paterna. É nessa vicissitude que o sujeito negocia a sua relação com o falo, isto é, sua adesão à conjunção do desejo e da falta.
A dinâmica edipiana joga na dialética do ser e do ter. Ou seja, esse momento que leva o sujeito, de uma posição em que está


